domingo, 13 de fevereiro de 2011
quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011
A EDUCAÇÃO E A ARTE: um referencial de Arte para Santa Luzia do Paruá
Olá meus amigos professores, leitores e internautas que navegam por essa grande rede de comunicação,em especial ao povo de Santa Luzia do Paruá do meu Maranhão. "Águas valentes" Venho até vocês, para dizer que ando fazendo arte por aqui também. Melhor do que uma arte é fazer duas. Daí que resolvi falar um pouco de Arte e, principalmente, seu Ensino. Se é que se pode ensinar Arte. Não vou carregar, pelo menos agora, para o campo filosófico do tema - Embora devo finalizar esse trabalho fazendo umas considerações finais sobre o valor dado à Arte - Mas, tão somente, eu espero, apresentar uma pesquisa aduirida em arte sobre como ensinar Arte na escola. Claro que já ensinei arte, e ainda ensino. Será mesmo? É preciso ter uma referência? Respondo que sim, falando de educação sistemática, sim. Você diz: "professor Cláudio, tocar violão é uma arte muito dificil de se aprender." Se você não sabe tocar como eu é claro. Mas diz você: "é fácil para quem sabe." Ora, mas ele não nasceu sabendo. Voce diz: "mas ele trouxe o dom." Respondo que todo mundo tem um dom adormecido. Quando escrevo esses carcteres, letras, juntandos os adequadamente, estou fazendo Arte. Veja que você chegou até aqui na leitura porque estou fazendo Arte. Toda arte é uma só Arte. A arte de tocar violão, precede a arte de fazer violão. veja o esboço!

Agora pronto.
Tocando.
Criança tocando violão
Estou falando da arte de tocar violão como exemplo para todas as atividades artísticas. Essa frase "quém tem a vontade, játem a metade" dita por Joselito Pereira resume bem o que vem a ser uma aprendizagem. No que se refere Ensino/Aprendizagem, só é possível aprender se tiver a intenção de aprender. Também só ensina se tiver a intenção de ensinar.
Quanto a tocar violão, essas dicas Erimilson Lopes Pereira mostrar como tudo é possível.
Não importa o que o levou a querer tocar, e sim; que mentalize a idéia que você
PODE e VAI conseguir.
Todos que você vê tocando maravilhosamente passaram pelo mesmo processo
que você, ou seja; tiveram que aprender do zero.
Qualquer um pode aprender, embora alguns tenham mais facilidade para assimilar
mais que outros. Entretanto, o que determina o sucesso quase sempre é a FORÇA
DE VONTADE de cada um.
Quanto tempo vai precisar? --- todo aprendiz pergunta isso. --- VOCÊ é quem
estabelecerá conforme seu esforço aliado à sua atenção ao treinamento, Mas não se preocupe com o tempo, pois ele passará do mesmo jeito. Seja perseverante e saboreie cada passo do curso como um degrau alcançado.
Leia as lições atenciosamente, mentalize-as e se preciso, releia-as até que tenha
compreendido bem.
Pratique cada exercício e siga as instruções minuciosamente. Cada passo é
essencial para o passo seguinte, assim como numa construção; um tijolo sobre o
outro, etc.
A teoria sem a prática de nada vale. Contudo, o conhecimento sobre a teoria
somado à prática eleva sensivelmente a qualidade do músico.
1a regra do músico; NUNCA despreze uma música ou um estilo musical, todos são
válidos e merecem no mínimo; respeito.
Como você pode ver, não fique admirado se um dia aprender uma coisa que você dizia não ter "Dom".
A arte parece ter sido mistificada como uma coisa inacessível a todos, exceto para quem tinha talento, cultura e, principalmente, para quem tinha uma mente privilegiada. De tudo isso a arte se tornava elitizada. Mas hoje podemos dizer que todo mundo faz arte de qualidade. Não há ação humana que não se resume em arte. Arte de viver, arte de falar do seu jeito, arte de cantar, de moldar, de pintar, de digitar, de copiar, compilar, plagiar, parodiar... andar... dizemos que uma criança fez uma arte quando subiu na árvore. Tudo parece ser arte. em cada tempo o homem só faz arte. Faz arte, para se expressar, compartilhar, denunciar, criticar, concordar, discordar. A beleza da arte barroca, com seus traços sutilmente contonados chega a uma apriximação realista da forma natural do nosso universo obsevável. Essa imagem abaixo é do nosso maior artista barroco que conhecemos por aleijadinho. não vou contar a biografia dele, até porque você da deve saber. mas logo abaixo eu coloquei uma Arte contemporânea, ou seja, do nosso tempo.
A arte conteporânea sendo assim, eu vou postando de acordo com minhas predisposição para fazermos uma viagem no mundo da Arte. o próximo poste vou falar sobre o referencial dado ao ensino de arte no maranhão. o que é comtemplado na LDB, nos PCNS e Constituição.

Agora pronto.
Tocando.
Criança tocando violão
Estou falando da arte de tocar violão como exemplo para todas as atividades artísticas. Essa frase "quém tem a vontade, játem a metade" dita por Joselito Pereira resume bem o que vem a ser uma aprendizagem. No que se refere Ensino/Aprendizagem, só é possível aprender se tiver a intenção de aprender. Também só ensina se tiver a intenção de ensinar.
Quanto a tocar violão, essas dicas Erimilson Lopes Pereira mostrar como tudo é possível.
Não importa o que o levou a querer tocar, e sim; que mentalize a idéia que você
PODE e VAI conseguir.
Todos que você vê tocando maravilhosamente passaram pelo mesmo processo
que você, ou seja; tiveram que aprender do zero.
Qualquer um pode aprender, embora alguns tenham mais facilidade para assimilar
mais que outros. Entretanto, o que determina o sucesso quase sempre é a FORÇA
DE VONTADE de cada um.
Quanto tempo vai precisar? --- todo aprendiz pergunta isso. --- VOCÊ é quem
estabelecerá conforme seu esforço aliado à sua atenção ao treinamento, Mas não se preocupe com o tempo, pois ele passará do mesmo jeito. Seja perseverante e saboreie cada passo do curso como um degrau alcançado.
Leia as lições atenciosamente, mentalize-as e se preciso, releia-as até que tenha
compreendido bem.
Pratique cada exercício e siga as instruções minuciosamente. Cada passo é
essencial para o passo seguinte, assim como numa construção; um tijolo sobre o
outro, etc.
A teoria sem a prática de nada vale. Contudo, o conhecimento sobre a teoria
somado à prática eleva sensivelmente a qualidade do músico.
1a regra do músico; NUNCA despreze uma música ou um estilo musical, todos são
válidos e merecem no mínimo; respeito.
Como você pode ver, não fique admirado se um dia aprender uma coisa que você dizia não ter "Dom".
A arte parece ter sido mistificada como uma coisa inacessível a todos, exceto para quem tinha talento, cultura e, principalmente, para quem tinha uma mente privilegiada. De tudo isso a arte se tornava elitizada. Mas hoje podemos dizer que todo mundo faz arte de qualidade. Não há ação humana que não se resume em arte. Arte de viver, arte de falar do seu jeito, arte de cantar, de moldar, de pintar, de digitar, de copiar, compilar, plagiar, parodiar... andar... dizemos que uma criança fez uma arte quando subiu na árvore. Tudo parece ser arte. em cada tempo o homem só faz arte. Faz arte, para se expressar, compartilhar, denunciar, criticar, concordar, discordar. A beleza da arte barroca, com seus traços sutilmente contonados chega a uma apriximação realista da forma natural do nosso universo obsevável. Essa imagem abaixo é do nosso maior artista barroco que conhecemos por aleijadinho. não vou contar a biografia dele, até porque você da deve saber. mas logo abaixo eu coloquei uma Arte contemporânea, ou seja, do nosso tempo.
A arte conteporânea sendo assim, eu vou postando de acordo com minhas predisposição para fazermos uma viagem no mundo da Arte. o próximo poste vou falar sobre o referencial dado ao ensino de arte no maranhão. o que é comtemplado na LDB, nos PCNS e Constituição.
AS PÉROLAS DO ENEM 2010
Todo mundo fica esperando as pérolas do Enem, e as do ano de 2010 já estão rolando na internet, vejam só.
‘O sero mano tem uma missão…’
(Missão: aprender a ler e a escrever)
‘O Euninho já provocou secas e enchentes calamitosas. .’
(Ah tá! é El Niño…)
‘O problema ainda é maior se tratando da camada Diozanio!’
(Diozanio parece o nome do meu tio)
‘A situação tende a piorar: o madereiros da Amazônia destroem a Mata Atlântica da região.’
(E além de tudo, viajam pra caramba, hein?)
‘O grande problema do Rio Amazonas é a pesca dos peixes’
(Dos peixes? Então podiam pescar galinhas…)
‘É um problema de muita gravidez.’
(Claro, muitas pessoas estão gravidas)
‘A AIDS é transmitida pelo mosquito AIDES EGIPSIO.’
(Então corrão pras colinas do egito!)
‘Já está muito de difíciu de achar os pandas na Amazônia’
(Pandas na amazônia e inteligência no seu cérebro)
‘A natureza brasileira tem 500 anos e já esta quase se acabando’
(Ah sim. E antes dos portugueses, a natureza não existia.)
‘O cerumano no mesmo tempo que constrói, também destroi, pois nos temos que nos unir para realizarmos parcerias juntos.’
(Sem comentários… aja cerumanisse nesa pesoa)
‘Na verdade, nem todo desmatamento é tão ruim. Por exemplo, o do Aeds Egipte seria um bom beneficácio para o Brasil’
(Não entendi nada.)
… menos desmatamentos, mais florestas arborizadas. ‘
(Por que florestas sem arborizamento não são florestas)
‘Isso tudo é devido ao raios ultra-violentos que recebemos todo dia.’
(Raios ultra violentos! chamem a polícia!)
‘Tudo isso colaborou com a estinção do micro-leão dourado.’
(Micro leão dourado é encontrado na terra dos oompa loompas.)
‘Imaginem a bandeira do Brasil. O azul representa o céu , o verde
representa as matas, e o amarelo o ouro. O ouro já foi roubado e as
matas estão quase se indo. No dia em que roubarem nosso céu, ficaremos
sem bandeira..’
(Hahahahahahahahahahahahahahaha! e sem oxigênio)
‘… são formados pelas bacias esferográficas. ‘
(Bacias cheias de tinta de canetas hidrográficas.)
‘Eu concordo em gênero e número igual.’
(Eu discordo!)
‘Precisa-se começar uma reciclagem mental dos humanos, fazer uma
verdadeira lavagem celebral em relação ao desmatamento, poluição e
depredação de si próprio.’
(Por que senão seremos dominados pela conspiração global!)
‘O serigueiro tira borracha das árvores, mas não nunca derrubam as seringas.
(Mas pega e te dá uma injeção na testa!)
‘Vamos deixar de sermos egoistas e pensarmos um pouco mais em nos mesmos.’
(Parece até o garfield falando)
Falando sério isso é um vergonha, porém super divertido…rsrsrs.
‘O sero mano tem uma missão…’
(Missão: aprender a ler e a escrever)
‘O Euninho já provocou secas e enchentes calamitosas. .’
(Ah tá! é El Niño…)
‘O problema ainda é maior se tratando da camada Diozanio!’
(Diozanio parece o nome do meu tio)
‘A situação tende a piorar: o madereiros da Amazônia destroem a Mata Atlântica da região.’
(E além de tudo, viajam pra caramba, hein?)
‘O grande problema do Rio Amazonas é a pesca dos peixes’
(Dos peixes? Então podiam pescar galinhas…)
‘É um problema de muita gravidez.’
(Claro, muitas pessoas estão gravidas)
‘A AIDS é transmitida pelo mosquito AIDES EGIPSIO.’
(Então corrão pras colinas do egito!)
‘Já está muito de difíciu de achar os pandas na Amazônia’
(Pandas na amazônia e inteligência no seu cérebro)
‘A natureza brasileira tem 500 anos e já esta quase se acabando’
(Ah sim. E antes dos portugueses, a natureza não existia.)
‘O cerumano no mesmo tempo que constrói, também destroi, pois nos temos que nos unir para realizarmos parcerias juntos.’
(Sem comentários… aja cerumanisse nesa pesoa)
‘Na verdade, nem todo desmatamento é tão ruim. Por exemplo, o do Aeds Egipte seria um bom beneficácio para o Brasil’
(Não entendi nada.)
… menos desmatamentos, mais florestas arborizadas. ‘
(Por que florestas sem arborizamento não são florestas)
‘Isso tudo é devido ao raios ultra-violentos que recebemos todo dia.’
(Raios ultra violentos! chamem a polícia!)
‘Tudo isso colaborou com a estinção do micro-leão dourado.’
(Micro leão dourado é encontrado na terra dos oompa loompas.)
‘Imaginem a bandeira do Brasil. O azul representa o céu , o verde
representa as matas, e o amarelo o ouro. O ouro já foi roubado e as
matas estão quase se indo. No dia em que roubarem nosso céu, ficaremos
sem bandeira..’
(Hahahahahahahahahahahahahahaha! e sem oxigênio)
‘… são formados pelas bacias esferográficas. ‘
(Bacias cheias de tinta de canetas hidrográficas.)
‘Eu concordo em gênero e número igual.’
(Eu discordo!)
‘Precisa-se começar uma reciclagem mental dos humanos, fazer uma
verdadeira lavagem celebral em relação ao desmatamento, poluição e
depredação de si próprio.’
(Por que senão seremos dominados pela conspiração global!)
‘O serigueiro tira borracha das árvores, mas não nunca derrubam as seringas.
(Mas pega e te dá uma injeção na testa!)
‘Vamos deixar de sermos egoistas e pensarmos um pouco mais em nos mesmos.’
(Parece até o garfield falando)
Falando sério isso é um vergonha, porém super divertido…rsrsrs.
sexta-feira, 28 de janeiro de 2011
Não precisou implorar.
Este dia poderia ter começado e terminado como sempre começam e terminam seus dias… Normais, enfadonhos. Sua excitação misturando-se ao oxigênio e alguns poucos machos sentindo isto na pele e no olfato, no entanto, estava claro para ela e isto via-se no seu olhar e gestos que ele seria inusitado, incomum, diria até, despudorado, safado!
Este dia abrasava, roçava em suas pernas, fazia arder suas entranhas, convidava para o prazer…
No banho percebe suas mãos com vida própria. Na nuca deslizavam apenas as pontas dos dedos. Redesenhavam o contorno do seu pescoço, perdiam-se atrás da orelha e seus dedos ousadamente penetravam em seus ouvidos, um após o outro, e cada um deles gemiam. Gemiam desejo, gemiam paixão.
Agora contornavam seus lábios penetravam em sua boca e eram bem vindos. Entravam e saíam, eram mordidos, lambidos, chupados com violência e esquecidos como se precisassem descansar e aguçar sua imaginação…
Descansados e ousados pressionavam seus mamilos, desciam até seu umbigo, subiam novamente. Lentamente, mais pressão, iam e vinham, tinham pressa.
Novo descanso. Pararam sobre a sua vagina. Excitava-se ao olhar.
Não entendia esta vida própria que os possuía, mas deliciava-se aos vê-los em um movimento ousado e não podia mais conter seus gemidos, seu desejo, sua tara.
Abriu suas pernas de forma provocante e implorou para ser penetrada…
Mas o que é isto? Não se mexem mais? Que desejo é este que imprimem em mim e que se negam a satisfazê-lo? Que louca brincadeira é esta? Não vão me possuir? Excitam-me, me alucinam, se insinuam, me provocam a ponto de perder minha racionalidade e o domínio sobre minhas emoções e simplesmente se vão?
Sua respiração ainda estava ofegante, seu coração batia descompassadamente, seu sexo em chamas e sua mente perdida na fantasia do não acontecido, tenta em vão racionalizar e entender o que se passara.
Ouve a campanhia…
Violentamente é arrancada do seu devaneio. Odeia esta intromissão e insanamente, sem sequer cobrir-se com a toalha, vê-se diante da porta, sua mão gira a chave, toca na maçaneta e abre-a…
Aquele estranho homem com um fogo nos olhos que queima seus lábios, estende sua mão direita, toca na sua nuca e puxa-lhe para um beijo. Nunca sentira um beijo como aquele, doce, suave, envolvente e com tantas nuances e movimentos.
Escuta a porta bater, a chave girar. Seu corpo nos braços daquele que cheira a desejo é envolvido por um abraço que há muito não sentia. Ele move-se livremente e parece conhecer aquele espaço. Estão no quarto, sobre a cama. Abre suas pernas, não precisou implorar.
Este dia poderia ter começado e terminado como sempre começam e terminam seus dias… Normais, enfadonhos. Sua excitação misturando-se ao oxigênio e alguns poucos machos sentindo isto na pele e no olfato, no entanto, estava claro para ela e isto via-se no seu olhar e gestos que ele seria inusitado, incomum, diria até, despudorado, safado!
Este dia abrasava, roçava em suas pernas, fazia arder suas entranhas, convidava para o prazer…
No banho percebe suas mãos com vida própria. Na nuca deslizavam apenas as pontas dos dedos. Redesenhavam o contorno do seu pescoço, perdiam-se atrás da orelha e seus dedos ousadamente penetravam em seus ouvidos, um após o outro, e cada um deles gemiam. Gemiam desejo, gemiam paixão.
Agora contornavam seus lábios penetravam em sua boca e eram bem vindos. Entravam e saíam, eram mordidos, lambidos, chupados com violência e esquecidos como se precisassem descansar e aguçar sua imaginação…
Descansados e ousados pressionavam seus mamilos, desciam até seu umbigo, subiam novamente. Lentamente, mais pressão, iam e vinham, tinham pressa.
Novo descanso. Pararam sobre a sua vagina. Excitava-se ao olhar.
Não entendia esta vida própria que os possuía, mas deliciava-se aos vê-los em um movimento ousado e não podia mais conter seus gemidos, seu desejo, sua tara.
Abriu suas pernas de forma provocante e implorou para ser penetrada…
Mas o que é isto? Não se mexem mais? Que desejo é este que imprimem em mim e que se negam a satisfazê-lo? Que louca brincadeira é esta? Não vão me possuir? Excitam-me, me alucinam, se insinuam, me provocam a ponto de perder minha racionalidade e o domínio sobre minhas emoções e simplesmente se vão?
Sua respiração ainda estava ofegante, seu coração batia descompassadamente, seu sexo em chamas e sua mente perdida na fantasia do não acontecido, tenta em vão racionalizar e entender o que se passara.
Ouve a campanhia…
Violentamente é arrancada do seu devaneio. Odeia esta intromissão e insanamente, sem sequer cobrir-se com a toalha, vê-se diante da porta, sua mão gira a chave, toca na maçaneta e abre-a…
Aquele estranho homem com um fogo nos olhos que queima seus lábios, estende sua mão direita, toca na sua nuca e puxa-lhe para um beijo. Nunca sentira um beijo como aquele, doce, suave, envolvente e com tantas nuances e movimentos.
Escuta a porta bater, a chave girar. Seu corpo nos braços daquele que cheira a desejo é envolvido por um abraço que há muito não sentia. Ele move-se livremente e parece conhecer aquele espaço. Estão no quarto, sobre a cama. Abre suas pernas, não precisou implorar.
terça-feira, 25 de janeiro de 2011
O VENDEDOR DE PICOLÉ
O VENDEDOR DE PICOLÉ
Em uma pequena cidade, localizada sobre um monte, no Nordeste brasileiro, nasceu Ónorio. Ele andava sempre pensativo. Com uma caixa de isopor a tiracolo passava o dia vendendo picolé.
- Você me parece bem infeliz - comentou um homem que se aproximou.
- Parece realmente muito sujo - diziam os meninos que saiam da escola, vestindo fardas elegantes.
- Como o dizeis isso? - observou o senhor. - nunca vistes nenhum vendedor de picolé?
- Ah! temo-los visto sim senhor - responderam os meninos; - mas esse é um bobão. Nem estuda. O senhor franziu a testa e tomou um ar severo, reprovando a atitude dos meninos. " mas criança é criança" . Pensou.
- Queres vi comigo? - perguntara o senhor , que gostava de ajudar crianças - Onório não disse uma palavra. Observou o senhor de relance e, receioso que fosse um pouco leviano, porque está sempre a vender picolé e conhecer pessoas estranhas, mas aquele homem lhe parecia familiar e, de fato, sempre que se olhavam viam se parecidos. Onório abriu um sorriso. Coisa que pouco vezes fazia. Além do mais, ele era muito trabalhador.
- Queres vir comigo? - perguntou-lhe, por fim, o homem. Mas Onório abanou a cabeça negativamente; era por demais apegado ao seu trabalho, a seu lar para poder segui-lo.
- Tens andado a brincar menino? - perguntou o homem.
- Quem és tu? - perguntou-lhe Onório.
- Sou um homem rico. Quando eu era criânça vivia vendendo picolé, bolos e frutas em um carrinho de mão pela rua. Tinha um coração bom, mas não sabia o que era alegria, pois vivia nas ruas batendo e apanhando dos outros meninos. Os mais velhos nos faziam brigar. De dia brincava, com os meus companheiros, no campo de futebol, colocavamos nossas caixas escondidas numa moita de mato e jogavamos bola. Esqueciamos os trabalhos e tudo à volta de mim era belo. Era um bom jogador. Sonhava em jogar no Flamengo. A torcida me aplaudindo no maracanã lotado. E meus sonhos eram tão reais que meus amigos chamavam-me de O craque da paz; nesse momento, eu era feliz, de fato, se o prazer é felicidade eu era feliz. Assim vivi minha infância e assim envelheci e assim devo morrer. E agora, depois de velho, vejo você nessa luta, o meu espelho do passado e, agora, ja velho, posso ver toda a fealdade e miséria da minha cidade; e, embora eu seja rico, de coração nobre , não posso deixar de chorar, de lamentar.
"Tenho uma rede para dormir - disse, Onório, baixinho de si para consigo, é suficiente" enquanto olhava para o homem que lhe estendia a mão."Mas, no momento preciso trabalhar para minha família".
Onório era criado pela mãe. Sua mãe tinha deixado seu pai para morar com outro homem. Ambos analfabetos. Ela, já velha, não quebrava mais côco. O marido tinha ido para para o garimpo e não deu mais notícias já à cinco anos. Onório,todo dia tinha que sair vendendo picolé nas ruas e nos povoados vizinhos. Era dedicado ao trabalho. Isso lhe tinha sido inculcado. Ideologia do trabalho: Cresce se na vida com o trabalho. Mas também era uma necessidade. A mãe já velha e um irmão pequeno. Comia fora de hora, somente quando voltava para casa. No outono, comia mangas embaixo das mangueiras, caju e goiaba. Sua roupa com buracos e remendos e sujas, não afastava os fregueses.
O homem se despediu. Mas, antes de sair, algumas gotas de lágrimas do seu rosto caiu. Levantou os olhos e viu que os olhos de Onório estavam rasos de lágrimas, e as lágrimas eram tantas que lhe banhavam as faces rosada. Em um soluço de criança. Tão belo era o seu rosto, queimado pelo sol escaldante do nordeste, que o homem ficou ainda mais cheio de compaixão.
O homem saiu. De longe escutou os gritos:
- picolé!... picolé! ... picoléééééêê!.
o menino continuou andando. Depois de meia hora, numa pequena rua, havia uma casa pobre. A porta fechada. Ele abriu a porta, viu uma mulher sentada à mesa, com a face magra, cansada, as mãos pretas de quebrar carvão e feridas da mão- de-pilão. Ela está catando arroz que acabou de pisar no pilão. Numa rede, a um canto da sala, está uma criânça doente. Ela tem febre e pede um picolé ao ver o irmão. Mas ela nada tem para lhe dar além de água do poço depositado em um pote de barro e, por isso, ela chora. Não tinha nada pronto para Onório comer. Ele resolve voltar ao trabalho. Passar na sorveteria e pegar mais picolé para vender. Iria vender à noite na escola. Em frente ao portão. Aconteceu que, quando tinha terminado de vender todos os picolés e fazia a contagem do dinheiro e já se ajeitava para ir para casa, dois garotos pegaram o dinheiro de uma menina que também vendia ao seu lado e sairam correndo. O pai bater- lhe-ia se não lhe levar para casa algum dinheiro. então chora, a coitadinha. Não tem sapatos nem meias. Onório da-lhe seu dinheiro e diz:
- pronto! Seu pai não lhe baterá. Onório não voltou para casa. Sem mais nada, Não suportaria o pedido do irmão mais novo. Saiu andando pela cidade e viu os ricos a divertirem-se nas suas moradias suntuosas, crianças com brinquedos de luxo e os pobres sentados nas calçadas. Andou até becos escuros e viu as rostos pálidos de crianças que morriam de fome, olhando distraídas para as ruas sombrias. Debaixo de uma árvore estavam deitados dois rapazinhos fumando craque mistuaro com maconha. Reconheceu-os.
- Olá meu menino! - falou um senhor. - eu venho lhe seguindo. Tenho uma coisa para você. Eu já estou velho. É preciso morrer para dá lugar aos Jovens. Esse é meu endereço. Encontre - me lá. Vou está esperando o tempo que for necessário.
Onório estendeu a mão e pegou um envelope. Não sabia ler. O velho, com um cajado, fez um aceno, um carro se aproximou. Ele entrou e foi embora. Onório voltou para casa sem nada. pensou em jogar o envelope fora. Encontrou a mãe que lhe abraçava. ele lhe mostrou o bilheite que o velho lhe tinha dado. Contou como conheceu-o. A mulher abriu o envelope. Encontrou uma foto. a foto de um homem jovem que a doze anos não sabia notícias. Foi a época que o largou com um menino na barriga para morar com outro homem. ela disse:
- Esse homem é seu pai. Ele diz que é para você ir tomar conta de seus bens. Onório foi correndo encontrar o pai em uma fazenda, no endereço marcado, na grama encontrou o velho morrendo com um tiro de revolver no estômago. Ladrões roubaram lhe o carro. O velho ao ver o filho deu um sorriso.
- Vamos estudar um pouco! apostar uma corrida! tomar queda de braço! luta livre! - ja debilitado.
- Por favor! não morra! não morra! nãooo!!! não mor .... chift .... chift... meu pai não morra! - o velho estava imovel. Nada mais podia ser feito. A noite já caia com suas sobras fantamais. Onório se pôs a olhar o céu estrelado. levantou os braços e serrando os punhos disse:
- pai, eu juro pelo céu e pelas estrelas que descerei até o inferno a procura de seus assassinos. Que o céu e as estrelas sejam testemunhas de meu juramento! - com os braços para o alto, o vento do outono começou a soprar forte balançando seus cabelos e o eco de seus gritos abafava o gorjear dos pássaros que procuravam dormida naquele instante. O vento soprou mais forte. - eu não terei mais paz e nem sossego enquanto eu não fizer justiça! - uma voz ainda foi possível ouvi do velho.
- Meu filho a justiça ja foi feita. Você sou eu. Tus és o meu broto. És capaz de comprender isso?
- Sim pai, compreendo. - O velho pode abrir ainda um sorriso como último suspiro. Onório mudou-se com sua mãe e irmão para a fazenda, mas de vez en quando matava a saudade da rua que tanto lhe ensinou. Pegava, contrariando a todos, a velha caixa de isopor, colocava picolé e saia na rua:
- Picolé! picolé! picoolééééê!....
cláudio fontana teles de carvalho
Em uma pequena cidade, localizada sobre um monte, no Nordeste brasileiro, nasceu Ónorio. Ele andava sempre pensativo. Com uma caixa de isopor a tiracolo passava o dia vendendo picolé.
- Você me parece bem infeliz - comentou um homem que se aproximou.
- Parece realmente muito sujo - diziam os meninos que saiam da escola, vestindo fardas elegantes.
- Como o dizeis isso? - observou o senhor. - nunca vistes nenhum vendedor de picolé?
- Ah! temo-los visto sim senhor - responderam os meninos; - mas esse é um bobão. Nem estuda. O senhor franziu a testa e tomou um ar severo, reprovando a atitude dos meninos. " mas criança é criança" . Pensou.
- Queres vi comigo? - perguntara o senhor , que gostava de ajudar crianças - Onório não disse uma palavra. Observou o senhor de relance e, receioso que fosse um pouco leviano, porque está sempre a vender picolé e conhecer pessoas estranhas, mas aquele homem lhe parecia familiar e, de fato, sempre que se olhavam viam se parecidos. Onório abriu um sorriso. Coisa que pouco vezes fazia. Além do mais, ele era muito trabalhador.
- Queres vir comigo? - perguntou-lhe, por fim, o homem. Mas Onório abanou a cabeça negativamente; era por demais apegado ao seu trabalho, a seu lar para poder segui-lo.
- Tens andado a brincar menino? - perguntou o homem.
- Quem és tu? - perguntou-lhe Onório.
- Sou um homem rico. Quando eu era criânça vivia vendendo picolé, bolos e frutas em um carrinho de mão pela rua. Tinha um coração bom, mas não sabia o que era alegria, pois vivia nas ruas batendo e apanhando dos outros meninos. Os mais velhos nos faziam brigar. De dia brincava, com os meus companheiros, no campo de futebol, colocavamos nossas caixas escondidas numa moita de mato e jogavamos bola. Esqueciamos os trabalhos e tudo à volta de mim era belo. Era um bom jogador. Sonhava em jogar no Flamengo. A torcida me aplaudindo no maracanã lotado. E meus sonhos eram tão reais que meus amigos chamavam-me de O craque da paz; nesse momento, eu era feliz, de fato, se o prazer é felicidade eu era feliz. Assim vivi minha infância e assim envelheci e assim devo morrer. E agora, depois de velho, vejo você nessa luta, o meu espelho do passado e, agora, ja velho, posso ver toda a fealdade e miséria da minha cidade; e, embora eu seja rico, de coração nobre , não posso deixar de chorar, de lamentar.
"Tenho uma rede para dormir - disse, Onório, baixinho de si para consigo, é suficiente" enquanto olhava para o homem que lhe estendia a mão."Mas, no momento preciso trabalhar para minha família".
Onório era criado pela mãe. Sua mãe tinha deixado seu pai para morar com outro homem. Ambos analfabetos. Ela, já velha, não quebrava mais côco. O marido tinha ido para para o garimpo e não deu mais notícias já à cinco anos. Onório,todo dia tinha que sair vendendo picolé nas ruas e nos povoados vizinhos. Era dedicado ao trabalho. Isso lhe tinha sido inculcado. Ideologia do trabalho: Cresce se na vida com o trabalho. Mas também era uma necessidade. A mãe já velha e um irmão pequeno. Comia fora de hora, somente quando voltava para casa. No outono, comia mangas embaixo das mangueiras, caju e goiaba. Sua roupa com buracos e remendos e sujas, não afastava os fregueses.
O homem se despediu. Mas, antes de sair, algumas gotas de lágrimas do seu rosto caiu. Levantou os olhos e viu que os olhos de Onório estavam rasos de lágrimas, e as lágrimas eram tantas que lhe banhavam as faces rosada. Em um soluço de criança. Tão belo era o seu rosto, queimado pelo sol escaldante do nordeste, que o homem ficou ainda mais cheio de compaixão.
O homem saiu. De longe escutou os gritos:
- picolé!... picolé! ... picoléééééêê!.
o menino continuou andando. Depois de meia hora, numa pequena rua, havia uma casa pobre. A porta fechada. Ele abriu a porta, viu uma mulher sentada à mesa, com a face magra, cansada, as mãos pretas de quebrar carvão e feridas da mão- de-pilão. Ela está catando arroz que acabou de pisar no pilão. Numa rede, a um canto da sala, está uma criânça doente. Ela tem febre e pede um picolé ao ver o irmão. Mas ela nada tem para lhe dar além de água do poço depositado em um pote de barro e, por isso, ela chora. Não tinha nada pronto para Onório comer. Ele resolve voltar ao trabalho. Passar na sorveteria e pegar mais picolé para vender. Iria vender à noite na escola. Em frente ao portão. Aconteceu que, quando tinha terminado de vender todos os picolés e fazia a contagem do dinheiro e já se ajeitava para ir para casa, dois garotos pegaram o dinheiro de uma menina que também vendia ao seu lado e sairam correndo. O pai bater- lhe-ia se não lhe levar para casa algum dinheiro. então chora, a coitadinha. Não tem sapatos nem meias. Onório da-lhe seu dinheiro e diz:
- pronto! Seu pai não lhe baterá. Onório não voltou para casa. Sem mais nada, Não suportaria o pedido do irmão mais novo. Saiu andando pela cidade e viu os ricos a divertirem-se nas suas moradias suntuosas, crianças com brinquedos de luxo e os pobres sentados nas calçadas. Andou até becos escuros e viu as rostos pálidos de crianças que morriam de fome, olhando distraídas para as ruas sombrias. Debaixo de uma árvore estavam deitados dois rapazinhos fumando craque mistuaro com maconha. Reconheceu-os.
- Olá meu menino! - falou um senhor. - eu venho lhe seguindo. Tenho uma coisa para você. Eu já estou velho. É preciso morrer para dá lugar aos Jovens. Esse é meu endereço. Encontre - me lá. Vou está esperando o tempo que for necessário.
Onório estendeu a mão e pegou um envelope. Não sabia ler. O velho, com um cajado, fez um aceno, um carro se aproximou. Ele entrou e foi embora. Onório voltou para casa sem nada. pensou em jogar o envelope fora. Encontrou a mãe que lhe abraçava. ele lhe mostrou o bilheite que o velho lhe tinha dado. Contou como conheceu-o. A mulher abriu o envelope. Encontrou uma foto. a foto de um homem jovem que a doze anos não sabia notícias. Foi a época que o largou com um menino na barriga para morar com outro homem. ela disse:
- Esse homem é seu pai. Ele diz que é para você ir tomar conta de seus bens. Onório foi correndo encontrar o pai em uma fazenda, no endereço marcado, na grama encontrou o velho morrendo com um tiro de revolver no estômago. Ladrões roubaram lhe o carro. O velho ao ver o filho deu um sorriso.
- Vamos estudar um pouco! apostar uma corrida! tomar queda de braço! luta livre! - ja debilitado.
- Por favor! não morra! não morra! nãooo!!! não mor .... chift .... chift... meu pai não morra! - o velho estava imovel. Nada mais podia ser feito. A noite já caia com suas sobras fantamais. Onório se pôs a olhar o céu estrelado. levantou os braços e serrando os punhos disse:
- pai, eu juro pelo céu e pelas estrelas que descerei até o inferno a procura de seus assassinos. Que o céu e as estrelas sejam testemunhas de meu juramento! - com os braços para o alto, o vento do outono começou a soprar forte balançando seus cabelos e o eco de seus gritos abafava o gorjear dos pássaros que procuravam dormida naquele instante. O vento soprou mais forte. - eu não terei mais paz e nem sossego enquanto eu não fizer justiça! - uma voz ainda foi possível ouvi do velho.
- Meu filho a justiça ja foi feita. Você sou eu. Tus és o meu broto. És capaz de comprender isso?
- Sim pai, compreendo. - O velho pode abrir ainda um sorriso como último suspiro. Onório mudou-se com sua mãe e irmão para a fazenda, mas de vez en quando matava a saudade da rua que tanto lhe ensinou. Pegava, contrariando a todos, a velha caixa de isopor, colocava picolé e saia na rua:
- Picolé! picolé! picoolééééê!....
cláudio fontana teles de carvalho
sexta-feira, 7 de janeiro de 2011
quinta-feira, 6 de janeiro de 2011
O TEMPO SE MANIFESTOU EM JESUS.
O DEUS DE JESUS É O DEUS DE TODOS.
ESTOU MEI COM PRESSA, ENTÃO NÃO FIZ NEHUMA CORREÇÃO.VOCE AÍ PODE COPIAR PARA SEU PC E POSTAR EM SEU BLOG MAIS MELHADO. BOA LEITURA!
Quem é deus? ... É "Eu lhes afirmo que antes de Abraão nascer, Eu Sou!" deus aqui parece ser o Tempo.
Eu e o Pai somos um sugere início, tempo do início do Tempo. Um não sobrevive sem o outro. Há aqui, uma dependência. Naturalmente é assim mesmo. Mas ao mesmo Tempo que existe essa relação harmoniosa, há uma certa possibilidade de desequilíbrio. Não chega nem ser harmoniosa em razão da dependência que se resume em pai, tempo passado, filho, tempo presente e espírito, futuro.
Quem me vê, vê aquele que me enviou. Sugere olhando no espelho você ver seu presente e viu ali o seu passado e pergunta para o futuro. Então passado, presente e futuro. NO INÍCIO ERA O VERBO. Já diz a música: “todo verbo que é forte se conjuga no tempo perto longe onde for”
Vocês me chamam Mestre e Senhor, e com razão, pois eu o sou. Aqui nós vemos que a fé é reduzida a razão. Qualquer pessoa pode afirmar que É quando com razão e não com fé, pois a fé requer sempre um tempo futuro e não aceita o presente.
"Eu sou o caminho, a verdade e a vida. Ninguém vem ao Pai, a não ser por mim aqui podemos ver - o numero três que sempre aparece como por exemplo: ressucitar em três dias, trindade, etc.. – o caminho passado que veio daí a verdade caminhando para uma vida futura.
Eu sou o pão da vida. Aquele que vem a mim nunca terá fome; aquele que crê em mim nunca terá sede". (João 6:32-35) porque aqui o que vale é o momento, o instante, o presente momento indivisível entre o passado e futuro.
Eu sou a porta; quem entra por mim será salvo. Entrará e sairá, e encontrará pastagem. Eu sou a porta é o mesmo que dizer hoje EU SOU A SENHA. E os espertos, hackers, conseguirão.
Eu sou o bom pastor. O bom pastor dá a sua vida pelas ovelhas". Aqui o presente reconhece que tem que da uma parte para o futuro. Até porque este só existe por causa do seu passado pai.
"Eu sou a ressurreição e a vida. Aquele que crê em mim, ainda que morra, viverá; e quem vive e crê em mim, não morrerá eternamente. Aqui o tempo é bastante evidente porque aquele que no futuro, através da fé, mesmo morrendo voltará a viver, mas o crê, ver.., no presente já acredita com razão, não morrerá no Tempo.
o Filho do homem que não veio para ser servido, mas para servir e dar a sua vida em resgate por muitos". Não veio antes para ser servido, mas agora, no momento, da seu presente para uma futura geração. Sugere também que você terá seus descendentes se assim o fez de acordo com a natureza da vida que é a de procriação. Dizer que nasceu de uma virgem - por um processo não natural. Porque o Tempo é superior a sua própria natureza. Porque o tempo não é sexual nem assexuado de forma alguma e a natureza procriativa consegue registrar cada momento do tempo como uma prova de que ali existiu um tempo. O tempo é tão poderoso quanto fraco. Visto que tudo pode destruir, mas não pode destruir a si mesmo. Sempre haverá um tempo que o tempo destruiu a se mesmo e isso chamamos de infinito. Tempo-Infinito. quando conjulgamos um verbo no pretérito-mas-que-perfeito, é o mesmo que dizer um passado-mais-que-perfeito, porque nesse sentido, o passado mais que perfeito é quando dus coisas ou mais acontecem simultaneamente no mesmo instante. Cristo fora morto quando Maria madalena dava luz ao seu herdeiro. No mesmo instante. O meu presente ultilizou o passado para se referi ao instante perfeito. Foi um passado mais que perfeito porque é o passado falando com o futuro para si referi um instante que também já faz parte do passdo. Como não fazer o prazeroso processo de conquistar o futuro através das sementes que será copiada a minha imagem e semelhança? É porque a conquista do tempo é a conquista de deus. Em outras palavras, o que chamamos de Deus é o Tempo. Não importa o nome o que importa é encontrar, ou melhor, entender.
"O Filho do homem está para ser entregue nas mãos dos homens. Eles o matarão, e depois de três dias ele ressuscitará". Aqui o presente tem uma certa preocupação com seu futuro, mas como faço parte do tempo, porque sou tempo, porque eu e o pai somos um, eu posso falar para esse espírito do futuro que no meio desses três episódios eu continuarei vivo no mesmo instante. Na verdade é como se desse um drible na morte. Fez que foi, mas não foi.
Porque a vontade de meu Pai é que todo aquele que olhar para o Filho e nele crer tenha a vida eterna, e eu o ressuscitarei no último dia". Aqui é para o futuro que olha e acredita não mais no futuro, mas no seu presente que uma vez já foi futuro e já está para se tornar novamente o passado. E no ultimo instante em que separa o passado do futuro será resgatado novamente no tempo.
ESTOU MEI COM PRESSA, ENTÃO NÃO FIZ NEHUMA CORREÇÃO.VOCE AÍ PODE COPIAR PARA SEU PC E POSTAR EM SEU BLOG MAIS MELHADO. BOA LEITURA!
Quem é deus? ... É "Eu lhes afirmo que antes de Abraão nascer, Eu Sou!" deus aqui parece ser o Tempo.
Eu e o Pai somos um sugere início, tempo do início do Tempo. Um não sobrevive sem o outro. Há aqui, uma dependência. Naturalmente é assim mesmo. Mas ao mesmo Tempo que existe essa relação harmoniosa, há uma certa possibilidade de desequilíbrio. Não chega nem ser harmoniosa em razão da dependência que se resume em pai, tempo passado, filho, tempo presente e espírito, futuro.
Quem me vê, vê aquele que me enviou. Sugere olhando no espelho você ver seu presente e viu ali o seu passado e pergunta para o futuro. Então passado, presente e futuro. NO INÍCIO ERA O VERBO. Já diz a música: “todo verbo que é forte se conjuga no tempo perto longe onde for”
Vocês me chamam Mestre e Senhor, e com razão, pois eu o sou. Aqui nós vemos que a fé é reduzida a razão. Qualquer pessoa pode afirmar que É quando com razão e não com fé, pois a fé requer sempre um tempo futuro e não aceita o presente.
"Eu sou o caminho, a verdade e a vida. Ninguém vem ao Pai, a não ser por mim aqui podemos ver - o numero três que sempre aparece como por exemplo: ressucitar em três dias, trindade, etc.. – o caminho passado que veio daí a verdade caminhando para uma vida futura.
Eu sou o pão da vida. Aquele que vem a mim nunca terá fome; aquele que crê em mim nunca terá sede". (João 6:32-35) porque aqui o que vale é o momento, o instante, o presente momento indivisível entre o passado e futuro.
Eu sou a porta; quem entra por mim será salvo. Entrará e sairá, e encontrará pastagem. Eu sou a porta é o mesmo que dizer hoje EU SOU A SENHA. E os espertos, hackers, conseguirão.
Eu sou o bom pastor. O bom pastor dá a sua vida pelas ovelhas". Aqui o presente reconhece que tem que da uma parte para o futuro. Até porque este só existe por causa do seu passado pai.
"Eu sou a ressurreição e a vida. Aquele que crê em mim, ainda que morra, viverá; e quem vive e crê em mim, não morrerá eternamente. Aqui o tempo é bastante evidente porque aquele que no futuro, através da fé, mesmo morrendo voltará a viver, mas o crê, ver.., no presente já acredita com razão, não morrerá no Tempo.
o Filho do homem que não veio para ser servido, mas para servir e dar a sua vida em resgate por muitos". Não veio antes para ser servido, mas agora, no momento, da seu presente para uma futura geração. Sugere também que você terá seus descendentes se assim o fez de acordo com a natureza da vida que é a de procriação. Dizer que nasceu de uma virgem - por um processo não natural. Porque o Tempo é superior a sua própria natureza. Porque o tempo não é sexual nem assexuado de forma alguma e a natureza procriativa consegue registrar cada momento do tempo como uma prova de que ali existiu um tempo. O tempo é tão poderoso quanto fraco. Visto que tudo pode destruir, mas não pode destruir a si mesmo. Sempre haverá um tempo que o tempo destruiu a se mesmo e isso chamamos de infinito. Tempo-Infinito. quando conjulgamos um verbo no pretérito-mas-que-perfeito, é o mesmo que dizer um passado-mais-que-perfeito, porque nesse sentido, o passado mais que perfeito é quando dus coisas ou mais acontecem simultaneamente no mesmo instante. Cristo fora morto quando Maria madalena dava luz ao seu herdeiro. No mesmo instante. O meu presente ultilizou o passado para se referi ao instante perfeito. Foi um passado mais que perfeito porque é o passado falando com o futuro para si referi um instante que também já faz parte do passdo. Como não fazer o prazeroso processo de conquistar o futuro através das sementes que será copiada a minha imagem e semelhança? É porque a conquista do tempo é a conquista de deus. Em outras palavras, o que chamamos de Deus é o Tempo. Não importa o nome o que importa é encontrar, ou melhor, entender.
"O Filho do homem está para ser entregue nas mãos dos homens. Eles o matarão, e depois de três dias ele ressuscitará". Aqui o presente tem uma certa preocupação com seu futuro, mas como faço parte do tempo, porque sou tempo, porque eu e o pai somos um, eu posso falar para esse espírito do futuro que no meio desses três episódios eu continuarei vivo no mesmo instante. Na verdade é como se desse um drible na morte. Fez que foi, mas não foi.
Porque a vontade de meu Pai é que todo aquele que olhar para o Filho e nele crer tenha a vida eterna, e eu o ressuscitarei no último dia". Aqui é para o futuro que olha e acredita não mais no futuro, mas no seu presente que uma vez já foi futuro e já está para se tornar novamente o passado. E no ultimo instante em que separa o passado do futuro será resgatado novamente no tempo.
Assinar:
Postagens (Atom)

